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Fundação INATEL: assinado o Acordo de Empresa
há 13 semanas
Após décadas de exigência de um Acordo de Empresa na Fundação Inatel, eis que Dezembro de 2018 traz consigo a aprovação do documento. 
Garantem-se assim mais direitos para os trabalhadores, nomeadamente para os associados do CENA-STE, tanto do Teatro da Trindade como doutras secções da INATEL.
Ficou também acordado um aumento salarial de 2% a ser pago este mês com retroactivos a Janeiro de 2018.
 
Destacamos algumas das conquistas alcançadas com a assinatura deste Acordo de Empresa e que respondem a várias das reivindicações dos trabalhadores: 
- aumento dos dias de férias, de 24 a 27 por escalões etários; 
- majoração de 2 dias de férias de acordo com a assiduidade; 
- pagamento do trabalho nocturno com acréscimo de 25% entre as 20h e as 24h e de 40% entre as 24h e as 07h;
- trabalho suplementar com acréscimo de 50% na 1ªhora, de 75% na 2ª e seguintes e de 100% em dia de descanso semanal ou feriado; 
- subsídio de alimentação sobe para 5€;
- um conjunto de direitos sociais mais alargados; 
- data definida para que todos os trabalhadores da Fundação INATEL alcancem as 35h semanais; 
- 2 dias de descanso consecutivo obrigatório pelo menos de 6 em 6 semanas. 
 
Este AE só foi possível por contar com a determinação e solidariedade dos trabalhadores que sempre demonstraram que desta vez não poderia haver retrocesso nas negociações. O CENA-STE congratula-se pela assinatura deste acordo que permitirá reorganizar a Fundação INATEL com mais respeito pela vida pessoal e familiar dos trabalhadores, valorizando o seu esforço e empenho no trabalho e criando um conjunto de regras que beneficiam todos os trabalhadores e que ajudarão certamente a clarificar todas as relações laborais com a Fundação INATEL. 
 
Os trabalhadores do Teatro da Trindade continuarão a exigir o reconhecimento das suas carreiras dentro da Fundação INATEL e a aproximação dos seus salários aos praticados nos teatros nacionais e municipais de Lisboa. 
 
O CENA-STE continuará a dar-lhes todo o apoio nesta sua luta e continuará a lutar por mais contração colectiva e regulamentação em todo as áreas do sector que representamos.