BREVES
Por um País de Cultura - O OE 2020 e o horizonte em 2023
Subscrição pública do comunicado da plataforma Cultura em Luta, 'Por um País de Cultura - O OE 2020 e o horizonte em 2023'. Assina em bit.ly/porumpaisdecultura
Variações ao tema ou a luta pela cultura em Portugal
Neste dia 10 de dezembro reunimo-nos em solidariedade com os trabalhadores e as estruturas que mais uma vez vêem as suas vidas ser interrompidas por um modelo de apoio às artes imprevisível e o subfinanciamento crónico da cultura. Não aceitamos uma praça de jorna. Estamos unidos. Estamos organizados. Somos ação e luta. Somos o sindicato de todos os trabalhadores do espectáculo da música e do audiovisual e exigimos: > a definição de outra política cultural, com apoio a todas as artes e a todas as regiões de forma transparente, plural, com respeito pela criação e com instrumentos de financiamento adequados; > o combate à precariedade na actividade artística e estabilidade do sector e o fim do recurso aos falsos recibos verdes e outros vínculos ilegais; > e o compromisso de 1% do OE para a Cultura, já em 2020 avançando para a criação de um Serviço Público de Cultura apoiado no trabalho com direitos. É urgente atingir o 1% para a cultura já no próximo Orçamento de Estado. Sem isso todas as discussões em volta deste modelo de apoio ficarão na aparência, no conceito. É preciso o 1% real e não o ficcional que o Governo teima em anunciar. Sabemos que o financiamento total das candidaturas é possível e consequentemente os concursos desnecessários. Sabemos bem quanto valemos, quanto vale, quanto deve valer a cultura neste país. Somos o garante da universalidade do acesso à cultura. Somos trabalhadores de teatros, companhias, orquestras de todas as comunidades do país. Dependemos delas e elas de nós. O respeito que devemos é ao nosso público, que nos enche as salas todos os dias. E é também por eles que aqui estamos hoje. Pelo direito à criação e à fruição cultural como bem essencial e emancipador. Queremos uma vida digna e a democracia cultural. Exigimos o que é nosso e de toda a gente.
Outra vez não!
A publicação dos resultados dos concursos da DGArtes para os próximos dois anos deixa claro que as preocupações do CENA-STE, dos profissionais dos espectáculos e das estruturas de criação não eram infundadas. Afirmamos há muito que, independentemente do modelo de concurso, o essencial é garantir um aumento significativo de verbas que permita a estabilidade das companhias já apoiadas e o apoio às novas estruturas. O Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos apela a todas as estruturas, apoiadas ou não, a que participem nas acções que convocaremos nos próximos dias.
Atrasos nos resultados dificultam a vida às companhias.
Em Março último o Ministério da Cultura anunciou que os resultados dos Apoios Sustentados Bienais seriam publicados até final de Setembro. A publicação atempada dos resultados permitiria uma maior estabilidade nas estruturas de criação, exigência que tem sido afirmada repetidas vezes. Apesar da palavra dada pelo ministério de que os resultados sairão até meados deste mês de Outubro, o CENA-STE reafirma aquilo quem tem sido a sua posição: apesar de alguns avanços positivos, com este novo modelo é possível ir mais longe e o verdadeiro avanço será a concretização do 1% do Orçamento de Estado para a cultura, permitindo assim acesso generalizado ao principio constitucional de criação e fruição cultural.
Serviços para Sócios
 
Psicologia

IMPORTANTE: todas as consultas serão marcadas através dos serviços centrais do CENA-STE
 

Psicologia Clínica para adultos

Lisboa: 

Dr. Sérgio Dinis

Zona da Estefânia

1ª consulta - 35€; restantes - 30€

Sérgio Dinis é membro efectivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses (cédula 20933). De momento, trabalha como investigador convidado para a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e o Hospital de Santa Maria, bem como o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (antigo Hospital Júlio de Matos). Também trabalha como psicólogo residente numa Instituição Particular de Segurança Social na Amadora. A sua experiência de trabalho já o levou a trabalhar com diferentes tipos de problemas de saúde mental, bem como o acompanhamento de clientes em contexto de psicologia da saúde. Para além da sua actividade como psicólogo, tem uma afinidade pessoal por produção musical (é músico amador há mais de 20 anos) e trabalhou durante 2 anos como técnico de som de estúdio em Londres, RU.
 

Porto:

Dra. Maria Teresa Oliveira

Foz do Douro

25 euros

Consultas disponíveis para associados e familiares directos

 

Psicologia Infantil para filhos de associados

Lisboa:

Dr.ª Andreia Damas

na Sede do Cena

20 euros